Nosso passado político, baseado na influência da dominação portuguesa, não é uma força positiva.
Nossa sociedade sempre foi dominada por soluções de força, ou de conchavos, gerando uma sociedade muito norteada pelo autoritarismo, apesar de uma imagem externa de cordialidade e camaradagem.
Os quase 400 anos de escravidão retiraram a dignidade da atividade de trabalho, valorizando a adesão, motivada por interesses menores, a soluções políticas urdidas por pequenos grupos de poder.
Nossa República foi proclamada em solução de força, mais uma vez, sem um elenco de sonhos e projetos, elaborados por pessoas ligados ao movimentos humanistas, que influenciaram as revoluções Francesa e Norte Americana.
De 513 anos de existência formal, nosso país tem pouco anos, menos de um século, de democracia efetiva.
Agora, o Brasil se mostra disposto a renascer, lançando novas bases de relacionamento, na política, na gestão pública, na representação dos partidos políticos, na construção de novas perspectivas de democracia efetiva.
Nosso modelo, baseado na representação democrática, demonstra a baixa representatividade que os políticos, dos poderes legislativo e executivo, efetivamente exercem.
Torna-se necessário um novo processo mais atuante, e controlado pela sociedade civil, construído sobre esse modelo.
A Cidadania Ativa mostrou-se uma ação necessária de várias sociedades, que estão mudando seus destinos.
Cidadania Ativa representa a participação direta, plenamente consciente, mais reativa, que exige mais transparência dos poderes eleitos, para que as demandas legítimas e pertinentes, da sociedade brasileira, sejam implantadas em curto prazo, para que possamos desenhar um novo futuro, promissor, honesto, ético, justo e igualitário.
Do qual toda a sociedade possa continuar participando de sua construção.
Só seremos, e nos sentiremos, identificados, e responsáveis, por uma caminhada democrática, na qual todos possam ter participação garantida.
Pela Cidadania Ativa!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
AMBIENTE NATURAL: A VIDA HUMANA EM RISCO
Calores fortíssimos, inéditos, sufocantes.
Falta de energia elétrica, de água.
Populações se deslocando em busca dos prazeres das praias, do frescor do vento.
Estruturas insuficientes, gestão pública claudicante, ineficaz, com visão antiga.
Frios brutais, tempestades de neve fortíssimas, temperaturas radicalmente baixas, mortes, desastres.
Mudam os hemisférios norte e sul, mas as razões dessas manifestações tão fortes, tão violentas, estão no baixo cuidado que nós, seres humanos, mantemos com a natureza, esse legado maravilhoso, que recebemos para exercitar nossa vida, outra benção ainda não bem compreendida.
A continuar assim, grandes escalas de produção, consumo irresponsável e intensivo, remoção do verde para pastagens, urbanização vertical e impermeabilizante dos solos,
e seremos atingidos, nos próximos anos, por catástrofes cada vez mais intensas, mais frequentes.
E os governos terão cada vez menos oportunidades de agir devidamente.
O momento é de reflexão, de observação.
E de decisão sobre o modelo de vida, que desejamos.
Continuar destruindo nosso ambiente natural, e colhendo a destruição, ou mudando a postura, para que uma nova consciência coletiva permita uma nova concepção de vida?
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
O NOVO PADRÃO DE LIDERANÇA DO PAPA FRANCISCO
MIREM-SE NO EXEMPLO DE FRANCISCO
O Papa Francisco veio em boa hora.
A Igreja Católica, cercada pelas críticas contra a pedofilia, crime que vinha sendo cometido em grande escala, ficou diminuída para reagir adequadamente.
O Papa anterior, que renunciou, teve a lucidez de perceber que não teria força para as mudanças necessárias, e encaminhou um processo de sucessão, com sabedoria e senso de oportunidade.
No momento certo o Papa Francisco assumiu a liderança do Vaticano, e promoveu alterações profundas, significativas, determinantes, na estrutura, na forma de agir, na sua divulgação, e, principalmente, nos símbolos emitidos externamente.
A Igreja passou a se identificar plenamente com as pessoas.
Estruturas de poder e símbolos de riqueza extrema, absurda, desproporcional, foram abandonadas, mudadas, extirpadas!
Picareta, que agiam nas sombras do Banco do Vaticano foram presos, afastados, denunciados, tornados públicos.
Francisco apresenta uma nova forma de liderar processos, pela autenticidade, pela coerência, pela ética, pela empatia, pelo contato direto com o povo, despido de estereótipos e de preconceitos, armado de fé na justiça, na igualdade, no respeito efetivo à vida.
Empresários, governantes, legisladores, dirigentes, devem mirar-se nesse exemplo.
Muitas teorias, cursos, seminários, palestras, são assistidos por esse tipo de público, que agora tem um signo claro, eficaz, transparente, de como liderar pessoas, processos, conhecimento, com a a postura adequada, e coerente.
Num momento de crises financeiras mundiais, em que o ser humano também enfrenta dilemas de profundas dúvidas existenciais diante do consumismo desenfreado, das grandes escalas de produção, de aprisionamento por esquemas bancários e financeiros escorchantes e especulativos, vem Francisco trazendo uma nova mensagem de simplicidade, de humildade, de igualdade, de seriedade, de empatia, de interação, ou seja, de como retomar o convívio humano, afetivo, emocional familiar, para que surjam novos caminhos menos medíocres, mais potencializadores.
O século XX foi marcado pela revolução industrial, pelo desenvolvimento do conceito de escala, que foi efetivado com a urbanização intensiva e com a industrialização.
Agora, neste terceiro milênio, que se inicia com o pano de fundo da revolução da informação, e da tecnologia, o mundo, por necessidade extrema, precisa encarar de frente a questão ambiental da sustentabilidade.
A vida humana só continuará a existir na face da Mãe Terra, se começarmos a mudar os processos de produção, de consumo irresponsável, de agressão ambiental, e de mudança efetiva do paradigma humano do egoísmo e do egocentrismo.
Essas duas linhas, do resgate do humanismo, e da sustentabilidade ambiental, é que podem ajudar a preservar a vida, e sua continuidade.
E, neste exato momento, surge Francisco, com sua postura inovadora, corajosa, de resgatar o devido papel da Igreja, como promotora da vida, da solidariedade, da igualdade.
Papa Francisco é o novo padrão de liderança mundial, no qual devem espelhar-se todos os níveis de pessoas, que conduzam algum tipo de processo no mundo.
Chefes, presidentes, políticos, governantes, diretores, gerentes, adotem o Padrão Francisco de Liderança Autêntica - PFLA, que apesar da sigla não é um partido político, mas que não faria nada mal se os partidos políticos, em todo o mundo, passassem a adotar essas crenças, e comportamentos, pois é isso que a humanidade está esperando de quem conduz os seus destinos e rumos.
O Papa Francisco veio em boa hora.
A Igreja Católica, cercada pelas críticas contra a pedofilia, crime que vinha sendo cometido em grande escala, ficou diminuída para reagir adequadamente.
O Papa anterior, que renunciou, teve a lucidez de perceber que não teria força para as mudanças necessárias, e encaminhou um processo de sucessão, com sabedoria e senso de oportunidade.
No momento certo o Papa Francisco assumiu a liderança do Vaticano, e promoveu alterações profundas, significativas, determinantes, na estrutura, na forma de agir, na sua divulgação, e, principalmente, nos símbolos emitidos externamente.
A Igreja passou a se identificar plenamente com as pessoas.
Estruturas de poder e símbolos de riqueza extrema, absurda, desproporcional, foram abandonadas, mudadas, extirpadas!
Picareta, que agiam nas sombras do Banco do Vaticano foram presos, afastados, denunciados, tornados públicos.
Francisco apresenta uma nova forma de liderar processos, pela autenticidade, pela coerência, pela ética, pela empatia, pelo contato direto com o povo, despido de estereótipos e de preconceitos, armado de fé na justiça, na igualdade, no respeito efetivo à vida.
Empresários, governantes, legisladores, dirigentes, devem mirar-se nesse exemplo.
Muitas teorias, cursos, seminários, palestras, são assistidos por esse tipo de público, que agora tem um signo claro, eficaz, transparente, de como liderar pessoas, processos, conhecimento, com a a postura adequada, e coerente.
Num momento de crises financeiras mundiais, em que o ser humano também enfrenta dilemas de profundas dúvidas existenciais diante do consumismo desenfreado, das grandes escalas de produção, de aprisionamento por esquemas bancários e financeiros escorchantes e especulativos, vem Francisco trazendo uma nova mensagem de simplicidade, de humildade, de igualdade, de seriedade, de empatia, de interação, ou seja, de como retomar o convívio humano, afetivo, emocional familiar, para que surjam novos caminhos menos medíocres, mais potencializadores.
O século XX foi marcado pela revolução industrial, pelo desenvolvimento do conceito de escala, que foi efetivado com a urbanização intensiva e com a industrialização.
Agora, neste terceiro milênio, que se inicia com o pano de fundo da revolução da informação, e da tecnologia, o mundo, por necessidade extrema, precisa encarar de frente a questão ambiental da sustentabilidade.
A vida humana só continuará a existir na face da Mãe Terra, se começarmos a mudar os processos de produção, de consumo irresponsável, de agressão ambiental, e de mudança efetiva do paradigma humano do egoísmo e do egocentrismo.
Essas duas linhas, do resgate do humanismo, e da sustentabilidade ambiental, é que podem ajudar a preservar a vida, e sua continuidade.
E, neste exato momento, surge Francisco, com sua postura inovadora, corajosa, de resgatar o devido papel da Igreja, como promotora da vida, da solidariedade, da igualdade.
Papa Francisco é o novo padrão de liderança mundial, no qual devem espelhar-se todos os níveis de pessoas, que conduzam algum tipo de processo no mundo.
Chefes, presidentes, políticos, governantes, diretores, gerentes, adotem o Padrão Francisco de Liderança Autêntica - PFLA, que apesar da sigla não é um partido político, mas que não faria nada mal se os partidos políticos, em todo o mundo, passassem a adotar essas crenças, e comportamentos, pois é isso que a humanidade está esperando de quem conduz os seus destinos e rumos.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
BRASIL 2014: ELEIÇÕES, COERÊNCIA, BRIGA PELO PODER, E O ELEITOR?
BRASIL 2014: eleições, coerência, briga pelo poder, e o eleitor?
O senhor Eduardo Campos, atual governador do estado de Pernambuco,
recebeu referências pouco elogiosas, em nota apócrifa, publicada na coluna
daquele partido no facebook.
Taxado de “playboy mimado”, “tolo”, e “candidato sem projeto”, os
comentários ruinosos à reputação do governador foram interpretados como
linguagem eleitoreira e ofensiva.
Também, não faltaram os que acharam que o medo de não conseguir reeleger
Dilma Rousseff fez o PT veicular a referida nota, sem antes meditar um pouco
sobre o efeito pretendido com ela.
Afinal Eduardo Campos foi ministro, e muito elogiado pelo Presidente
Lula, no governo anterior ao atual.
Eduardo Campos conseguiu indicar sua mãe para um cargo de ministra do
TCU-Tribunal de Contas da União, posto ao qual não se chega sem uma boa força
política, e a chancela do congresso nacional e da presidência da república.
Se, como afirma o PT em sua nota no face, Eduardo Campos for um cara
despreparado e vazio, já não o seria quando foi convidado por Lula para ocupar
cargo em seu ministério?
Colocaria Lula “tolos”, “playboys” e “pessoas sem projeto” em seu
governo?
Estaria a nota denunciando grave dissidência dentro do PT, quando se
consegue publicar uma nota sem assinatura, mas em espaço oficial do partido,
criticando o candidato do PSB, ou aproveitando e chamando Lula de nomear tolos
em seu governo?
Ou essa reação será pela boa expectativa gerada pelo apoio dado por Marina
Silva a Eduardo Campos, e o consequente risco de um segundo turno, neste 2014
de copa do mundo, e de tantas surpresas que ainda podem vir?
Afinal, os descontentes aumentaram na população brasileira, e os que
ainda não definiram seu voto, já chegam a 66% dos brasileiros, conforme
pesquisas recentes.
O governo federal, por seu tom eleitoral, que vem sendo empregado mesmo
nas inaugurações de ofício, e nas notícias geradas para jornais e imprensa em
geral, parece encarar a vitória em outubro deste 2014 como algo tranquilo.
Mas a nota sem autoria estaria demonstrando um certo medo numa opção
diferente?
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